Nas encostas escarpadas e íngremes do Douro, pela bênção do sol e pela arte do homem, a videira produz um néctar digno da mesa dos deuses. A fama arqueológica do Douro é anterior à vinhateira. De facto, passaram por esta região povos que descobriram a riqueza do subsolo. Estes exploraram ouro e estanho, que não só eram abundantes, como podiam ser extraídos por meios rudimentares usados nos tempos pré-históricos. Do estanho ao vinho foi um passo. E é na margem esquerda do rio Pinhão, reconhecidamente ancestral, que se localiza a “Quinta do Estanho“, conhecida pelo nome do mineral que aí proliferava. Depois da exploração do subsolo, passa-se ao cultivo da vinha.
Parcelas de vinhas situadas nas íngremes encostas do Rio Pinhão a uma altitude entre 150 a 400 m, com um solo de origem xistosa, pobre e acidentado; de pouca produção, de alta concentração e qualidade de uvas. Estagiou em velhos Balseiros de Carvalho Francês. O Blend foi feito em Março de 2020.
CASTAS – Tradicionais do Douro.
NOTAS DE PROVA – Cor vermelha escura, densa e opaca. Notas de fruta vermelha bem madura (groselha), balsamo e notas mentoladas. Vinho elegante e vinoso com taninos sedosos, equilibrados com fruta madura e um toque balsâmico. Final longo e fresco, delicioso.
SUGESTÕES – Disfrutar com sobremesas de chocolate, gelados de intenso sabor, queijo da serra ou outros queijos gordos. Servir preferencialmente entre os 15 e 17ºC.
ÁLCOOL – 19,5% vol.
CAPACIDADE – 750ml
ENOLOGO – Luís Leocádio.







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